Tendo problemas de sucateamento ao longo dos anos e utilizando muitos equipamentos obsoletos, as Forças Armadas atingiram os R$55,6 bilhões em gastos diretos em 2016, mas 82,4% do total (exatos R$ 45,9 bilhões) foram para pagar salários, pensões e benefícios aos militares da ativa e reformados. A situação é pior no Exército, que tem o maior efetivo e destina 85,5% (R$ 23 bilhões) dos gastos à sua folha de pagamento.
A Aeronáutica tem a situação “menos pior” das três Armas: 77,2% dos gastos diretos foram para a folha. Na Marinha são 81,7%.
O Exército Brasileiro usa o fuzil FAL, há mais de 45 anos, que esta sendo vagarosamente substituído pelo IA2 da imbel.
A informação é do colunista Cláudio humberto, do Diário do Poder.
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