Após a conquista de Monte Castelo em dezembro de 1944, saem em campo o Reverendo Soren com seus voluntários. Iniciando uma cuidadosa busca por toda a região, a procura dos corpos dos soldados desaparecidos em batalhas.

Próximo dos arredores de Abetaia o Reverendo Soren se deparou com uma formação circular, imóvel e silenciosa.

Soren examinou os cadáveres dos pracinhas; a maioria ainda estava com o dedo no gatilho, outros de mãos cerradas com granada já sem o grampo de segurança. E, à frente de todos, personificação de verdadeiro chefe, e graduado que lhes comandava o último lance: o 3º Sgt Luiz Rodrigues Filho. Estavam ali os 17 “desaparecidos” em ação no ataque de 12 de dezembro de 1944 semi-conservados ainda, pelo manto protetor das nevadas” – em degelo.


Ali estavam os 17 de Abetaia.

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O fato é inquestionável marca da bravura indômita do pracinhas brasileiro: morrer atacando o inimigo.O acontecimento entrou assim para a história:¨OS 17 DE ABETAIA¨

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2 COMENTÁRIOS

  1. estou com um livro aqui “A verdade sobre Abetaia” escrito pelo ex-pracinha Alfredo Bertholdo Klas Em 285 páginas ele conta tudo sobre o episódio..

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